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No 5º dia de greve, servidores fazem caminhada e ato em frente ao Mercado da Carne, em Patos
em 09-04-2018 08:47:56 (181 leituras)

Nem mesmo a chuva que alegrou os sertanejos na manhã desta segunda-feira, dia 09, tirou a disposição dos servidores do Município de Patos que estão em greve por melhores condições de serviço, pela implantação de direitos adquiridos e por reajuste salarial. Esse é o 5º dia de greve e pelo visto pode se prolongar por tempo indeterminado, pois o prefeito Dinaldinho Wanderley (PSDB), de acordo com o Sindicato dos Funcionário Públicos Municipais de Patos e Região (SINFEMP) ainda não deu sinais de que irá chegar a um acordo para cessar o movimento paredista.



A concentração dos servidores continua sendo na sede do SINFEMP, localizado na Praça                                                                                                                                                                

Edivaldo Mota, Centro. Após assinatura de ponto confirmando presença, as ações têm prosseguimento. Nesta segunda-feira houve caminhada até a Prefeitura Municipal de Patos onde os manifestantes fizeram um balanço da greve.“Os servidores seguem firmes, pois o prefeito tem ignorado nossa luta que é justa! Ô prefeito ruim da gôta”, bradou José Gonçalves, vice-presidente do SINFEMP.                                                                                                                                                                  

Tendo em vista o desejo de prolongar o ato, os servidores saíram de frente da Prefeitura Municipal de Patos e caminharam pela Rua Pedro Firmino até o Mercado Público Juvino Lilioso, o popular Mercado da Carne.                                                                                                                                                               

Carminha Soares fez duras críticas pela insistência do prefeito em tentar por vias judiciais buscar a ilegalidade da greve. Para Carminha, tal intenção mostra que Dinaldinho não quer acordo, mesmo diante de absurdos na contratação de funcionários sem concurso públicos e gastando milhões com comissionados e trabalhadores sem efetividade. “O prefeito pediu ilegalidade da nossa greve aqui em Patos, mas a assessoria jurídica pediu anulação da ação, não para que seja negociado e sim para dar entrada no TJ/PB. Uma vergonha isso! ”,relatou Carminha.

 

 

Jozivan Antero – Patosonline.com

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